O primeiro-ministro da Malásia, Abdullah Ahmad Badawi, que é também o atual presidente da Organização da Conferência Islâmica (OIC), condenou hoje o assassinato da líder oposicionista paquistanesa Benazir Bhutto, e rejeitou o extremismo violento.
“O recurso ao extremismo e à violência é inaceitável e não pode ser tolerado em nenhum lugar”, disse o primeiro-ministro, num comunicado.
Badawi expressou suas condolências às famílias de Bhutto e das outras vítimas. Ele também exigiu que os responsáveis pelo atentado sejam levados à Justiça.
“Espero que o povo do Paquistão mantenha a calma e rezo para que a situação no país se estabilize muito em breve”, concluiu Badawi.
Malásia e Paquistão são dois de 57 países que formam a OIC, nascida em 1969 com a finalidade defender a vigência dos princípios do Islã e sustentar a ação solidária entre seus membros.