Neste carnaval, os foliões devem ficar atentos aos prazos de validade dos preservativos e ao selo do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) impresso no produto. O alerta é do Ministério da Justiça, por meio do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC).
O Departamento alerta que ao comprar preservativos, o consumidor deve observar que o produto não pode ser comercializado por unidade, mas sim dentro de uma embalagem contendo várias outras. De acordo com o INMETRO, as embalagens unitárias só são permitidas para as campanhas de distribuição, e mesmo assim devem conter o selo do Ministério da Saúde.
Em nota técnica enviada aos Procons de todo o país, o DPDC chama a atenção também para os preços das fantasias e espumas em spray. Antes de adquirir o produto, o consumidor deve verificar a procedência, data de validade e os componentes. O objetivo é evitar que substâncias tóxicas possam causar alergias, irritações e inchaços. Além disso, alguns dos gases utilizados podem ser inflamáveis e, portanto, não é recomendável o reaproveitamento das embalagens, tampouco furá-las ou incinerá-las.
As fantasias e máscaras são produtos utilizados por consumidores de todas as idades. Por esse motivo, é recomendável, segundo a nota, que a procura desses produtos seja feita com calma e antecedência. Depois de escolhido o modelo, o consumidor deve verificar a diferença de preço entre a compra e o aluguel (qual vale mais a pena), já que o uso se restringe ao Carnaval.
O DPDC chama ainda atenção dos motoristas quanto à possibilidade de seu veículo se encontrar em alguma campanha de recall. Em caso positivo, é indispensável que o carro seja encaminhado até uma concessionária para que sejam adotados os procedimentos necessários.
Esse cuidado deve ser observado também nos veículos alugados. A responsabilidade por encaminhá-los às concessionárias é das locadoras, mas o consumidor tem que ser informado e, se for o caso, solicitar da empresa o comprovante da vistoria pelo fabricante.