O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) cassou na noite de quinta-feira o mandato do senador Expedito Júnior (PR-RO) por acusação de compra de votos nas eleições de 2006. Segundo acusação do Ministério Público Eleitoral, ele fazia parte de um esquema que contratou funcionários de uma empresa de segurança para trabalhar como cabos eleitorais às vésperas das eleições.
Expedito, que se elegeu pelo PPS, teria pago R$ 100 para cada um dos funcionários, que, em troca, deveriam votar nele, em sua mulher,Val Ferreira, em seu irmaõ, José Antonio, que não se elegeram, e no governador Ivo Cassol (PPS). O procurador do caso, Reginaldo Trindade, classificou o esquema como “primário”.
O TRE-RO vai agora comunicar a decisão à Mesa do Senado e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Cabe recurso ao TSE.