seu conteúdo no nosso portal

PT vai ao STF contra decisão do presidente da Assembléia de SP sobre CPI

PT vai ao STF contra decisão do presidente da Assembléia de SP sobre CPI

O líder do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo, deputado Simão Pedro, disse nesta quinta-feira que pretende recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) da decisão do presidente da Casa, deputado Vaz de Lima (PSDB), de instalar CPIs de acordo com a data em que o requerimento foi protocolado.

O líder do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo, deputado Simão Pedro, disse nesta quinta-feira que pretende recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) da decisão do presidente da Casa, deputado Vaz de Lima (PSDB), de instalar CPIs de acordo com a data em que o requerimento foi protocolado.

Segundo o petista, o regimento interno da Assembléia é omisso sobre o assunto, e diz apenas que somente cinco comissões de investigações podem tramitar simultaneamente.

“A questão da ordem cronológica foi o presidente [Vaz de Lima] quem adotou. Não tem embasamento. Foi a decisão que ele tomou para que a oposição não possa investigar”, afirmou Simão Pedro.

Na sessão de ontem, quando os deputados aprovaram a LDO de 2008, Vaz de Lima anunciou que adotaria o critério da ordem cronológica e instalou cinco CPIs: Eletropaulo, perda de receita tributária, bingos, cana-de-açúcar e telefonia. Desde o início da atual legislatura, em 15 de março, 15 pedidos de investigação haviam sido protocolados.

Com a decisão do presidente, a CPI da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) ficou de fora. Os petistas queriam instalar uma comissão para investigar supostas irregularidades na construção de casas populares.

Simão Pedro explicou que a escolha das CPIs a serem instaladas deveria ser feita por acordo entre os líderes do partido. Mas segundo Simão Pedro, Vaz de Lima não discutiu o assunto com o PT.

O líder petista disse que ainda estuda o tipo de recurso que apresentará na próxima semana ao STF –reclamação ou mandado de segurança. Mas adiantou que o principal argumento será o fato de a oposição não exercer seu papel de fiscalizar o Poder Executivo, a partir do momento em que Vaz de Lima adotou a ordem cronológica.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico