Foi suspenso pelo juiz Antônio Fernandes de Oliveira do 2° Tribunal do Júri de Goiânia, o julgamento do marceneiro Johnathan Farias Moreira, de 23 anos. O adiamento foi requerido pelos defensores sob alegação de que foram convocados um dia antes da sessão e, portanto não estavam preparados. O réu é acusado de matar o estudante Flávio Henrique Carneiro, então com 21 anos, e de tentar matar o servente de pedreiro Erifran Carmo de Mesquita, 33, na madrugada de 11 de novembro de 2005, no Bairro Residencial Monte Carlo. Também são acusados do crime Francisco de Paula Moreira Neto, 29, e o marceneiro Bruno Farias Moreira, 22, que estão foragidos motivo pelo qual o processo foi desmembrado em relação a eles.
De acordo com a denúncia, Johnathan e Flávio já eram conhecidos, e na data de 5 de junho de 2005, um primo da vítima, não identificado matou um amigo de Johnathan, também não identificado. Na madrugada do fato, ao ver as vítimas bebendo na área externa de um bar, Bruno telefonou para os demais acusados com intenção de informar que o estudante e o servente de pedreiro estavam naquele mesmo bar.
Ao chegarem ao bar, Francisco e Johnathan aproximaram-se das vítimas, sacaram as armas e deram dez tiros em Flávio e em Erifran. O primeiro não resistiu aos ferimentos e morreu. O segundo foi levado para o hospital e sobreviveu. Após o crime, Jonathan e Francisco fugiram. Consta ainda que no momento do crime não houve discussão e que os réus não deram qualquer chance de defesa às vítimas, que estavam sentadas e desarmadas.
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