seu conteúdo no nosso portal

Ex-presidente do BRB é preso em operação conjunta

Ex-presidente do BRB é preso em operação conjunta

Numa operação conjunta, denominada de Aquarela, a Receita Federal, o Ministério Público e a Polícia Civil do Distrito Federal prenderam nesta quinta-feira o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Tarcísio Franklin Moura, o presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais Estaduais (Asbace), Juarez Cançado e mais 17 pessoas de uma quadrilha especializada em desvio de dinheiro público mediante fraudes. Entre os presos, quatro são de São Paulo, um de Goiás e um do Paraná, Estados onde a quadrilha tinha ramificações. Os demais são de Brasília e mais um suspeito encontra-se foragido.

Numa operação conjunta, denominada de Aquarela, a Receita Federal, o Ministério Público e a Polícia Civil do Distrito Federal prenderam nesta quinta-feira o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Tarcísio Franklin Moura, o presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais Estaduais (Asbace), Juarez Cançado e mais 17 pessoas de uma quadrilha especializada em desvio de dinheiro público mediante fraudes. Entre os presos, quatro são de São Paulo, um de Goiás e um do Paraná, Estados onde a quadrilha tinha ramificações. Os demais são de Brasília e mais um suspeito encontra-se foragido.

Essa é a segunda vez em menos de um mês que o BRB ocupa as páginas policiais. Em 17 de maio passado, foi preso – e a seguir demitido do cargo – o então presidente do banco, Roberto Figueiredo, apanhado pela Operação Navalha por suspeita de envolvimento com a máfia das obras públicas. Durante o dia de hoje, foram cumpridos 40 mandados de busca e apreensão e seis andares do edifício sede do banco foram interditadas. A freqüência de denúncias de corrupção agravou a situação do BRB, um dos raros bancos estaduais ainda não privatizado.

Num dos andares, foram encontradas duas pastas com US$ 200 mil, que não constam do patrimônio do banco e supostamente pertenciam à quadrilha. A polícia também recolheu, junto ao banco e a empresas e organizações não governamentais (OBGs) conveniadas, 130 computadores para serem periciados.

Segundo a Receita e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, foram encontrados fartos indícios de desvio de dinheiro público, sobretudo mediante fraudes em licitações, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e outros crimes contra a administração pública. O esquema tinha a participação de várias ONGs que, embora sem fins lucrativos, eram na verdade entidades de fachada para lavagem de dinheiro desviado dos cofres públicos.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico