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Julgamento do conspirador do 11 de setembro chega à etapa final

Julgamento do conspirador do 11 de setembro chega à etapa final

O julgamento do francês Zacarias Moussaoui, 37, único acusado pelos atentados de 11 de setembro de 2001 contra os EUA, entra na sua última semana, com as considerações finais da acusação e da defesa antes das deliberações dos jurados, que decidirão se o condenam à morte ou à prisão perpétua.

O julgamento do francês Zacarias Moussaoui, 37, único acusado pelos atentados de 11 de setembro de 2001 contra os EUA, entra na sua última semana, com as considerações finais da acusação e da defesa antes das deliberações dos jurados, que decidirão se o condenam à morte ou à prisão perpétua.

O júri do Tribunal Federal de Alexandria, cidade que fica no estado da Virgínia, seguirá com atenção os argumentos da defesa, que tenta demonstrar que o acusado sofre de problemas mentais. Moussaoui está sendo julgado como cúmplice dos atentados que mataram cerca de 3 mil pessoas.

Na última quinta-feira, os advogados de má-vontade cederam à palavra ao acusado, que durante o julgamento dificultou seu trabalho, e Moussaoui então expressou todo o seu ódio pelos EUA. “Eu somente desejo que houvesse um dia 12 de setembro, um dia 13, um dia 14”, disse ele, um membro confesso do grupo Al Qaeda. “Não tenho arrependimento nem remorso.”

Os advogados de defesa tentam explorar o testemunho do acusado para alimentar sua tese de que ele sofre de esquizofrenia, a qual, se aceita, evitaria a pena de morte. Entre outras testemunhas vindas da França que falaram sobre o passado de Moussaoui, estavam dois médicos, um psiquiatra e um psicólogo.

Moussaoui e sua defesa entraram em conflito depois de seu pronunciamento na primeira etapa do processo, Na ocasião, duas semanas atrás, Moussaoui afirmou que naquele 11 de setembro teria jogado um avião contra a Casa Branca se não estivesse preso – ele havia sido detido pouco antes dos ataques porque estava com o visto vencido.

O júri decidiu que o acusado pode ser condenado à pena de morte porque suas mentiras durante os interrogatórios a que foi submetido logo depois de sua prisão podem ter contribuído para as mortes.

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