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Marcado interrogatório de pedreiro que jogou menina em represa

Marcado interrogatório de pedreiro que jogou menina em represa

O servente de pedreiro José Antônio da Silva será interrogado pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, na próxima terça-feira (28), às 15 horas. Ele responde a ação penal por homicídio triplamente qualificado por ter jogado a menina Silvania dos Santos Meira, de 4 anos, em uma represa situada no Parque Maracanã, para tentar impedir que fosse descoberto que ele havia praticado atentado violento ao pudor, momentos antes, contra ela e o garoto L., também de 4 anos. A menina morreu afogada.

O servente de pedreiro José Antônio da Silva será interrogado pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, na próxima terça-feira (28), às 15 horas. Ele responde a ação penal por homicídio triplamente qualificado por ter jogado a menina Silvania dos Santos Meira, de 4 anos, em uma represa situada no Parque Maracanã, para tentar impedir que fosse descoberto que ele havia praticado atentado violento ao pudor, momentos antes, contra ela e o garoto L., também de 4 anos. A menina morreu afogada.

De acordo com denúncia do Ministério Público (MP), o crime ocorreu no dia 2 de fevereiro por volta das 18h30, na Chácara 415, situada na Rua São Geraldo, Parque Macaranã. José era vizinho de Silvania havia cerca de dois meses e tinha o hábito de ir a casa dos pais da menina pedir alimentos tais como arroz e pó de café. Entretanto, não tinha contato com Silvania nem com o irmão dela, Adilson, de 2 anos. No dia do fato, Silvania teria visitado a casa de José, onde lhe ofereceram macarrão e costela. Por volta das 18 horas, ela brincava no quintal de sua casa com Adilson e outros dois meninos, os irmãos L. e M., este de 2 anos.

Ao avistá-los, José convidou o grupo a acompanhá-lo num passeio a uma represa distante cerca de dois quilômetros, no que foi prontamente atendido. Ao chegar diante da represa, contudo, molestou L. tocando-lhe as nádegas e S. que também teve as nádegas, além dos seios, tocados pelo pedreiro, que teria ainda encostado seus genitais nos da menina. Ato contínuo, ele jogou a garota na represa, o que provocou desespero entre as outras crianças, que começaram a gritar, despertando a atenção de dois caseiros da chácara.

Frieza

Segundo o MP, o pedreiro demonstrou sua personalidade fria e sombria ao deixar as crianças e voltar para casa como se nada tivesse acontecido. Os caseiros, por sua vez, acionaram o corpo de bombeiros ao ouvir o relato dos garotos, enquanto José – já em sua casa e percebendo o desespero dos pais dos meninos diante de seu sumiço – prontificou-se a ajudá-los na procura, sugerindo que eles poderiam estar na represa.

Ao chegar ao local por volta das 21 horas, o Corpo de Bombeiros iniciou as buscas, localizando apenas parte do vestuário de Silvania. “Em certo momento, José informou aos bombeiros onde estava a vítima, tendo sido encontrado o corpo, que foi reconhecido pelo pai da garota”, relatou Élvio Vicente na denúncia. Segundo o MP, primeiramente o caso foi registrado como morte por afogamento e, algumas horas depois, levantada a hipótese de homicídio, que foi confirmada por meio da confissão de José. Depois de admitir que abusara sexualmente da menina, ele disse: “eu peguei no braço dela e joguei”, referindo-se à represa.

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