seu conteúdo no nosso portal

MP lança obra e conta próximos passos no caso Maluf e Cid

MP lança obra e conta próximos passos no caso Maluf e Cid

O Ministério Público de São Paulo lançou a obra ‘O controle de constitucionalidade no estado de São Paulo’, em conjunto com a Imprensa Oficial do estado, nesta terça-feira (7/12). "Trata-se da divulgação do que há no controle da constitucionalidade. Loteamento, trânsito, presídios e questões importantes ao cidadão", diz o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Rodrigo Pinho.

O Ministério Público de São Paulo lançou a obra ‘O controle de constitucionalidade no estado de São Paulo’, em conjunto com a Imprensa Oficial do estado, nesta terça-feira (7/12). “Trata-se da divulgação do que há no controle da constitucionalidade. Loteamento, trânsito, presídios e questões importantes ao cidadão”, diz o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Rodrigo Pinho.

O livro é um compêndio de ações diretas de inconstitucionalidade, ajuizadas pelo MP, visando extirpar do ordenamento jurídico leis que violam a Constituição Federal.

Após a cerimônia, o procurador-geral Rodrigo Pinho adiantou à revista Consultor Jurídico passos de duas investigações: contra o banqueiro Edmar Cid Ferreira, do Banco Santos, e contra o ex-prefeito Paulo Maluf. No caso do Banco Santos, Pinho destacou o promotor de falências Alberto Camiña Moreira para cuidar do arresto de bens e investigar crime de improbidade.

“Existe um inquérito produzido pelo Banco Central cujas conclusões serão encaminhadas ao Ministério Público de São Paulo. Nós devemos tomar medidas como o arresto dos bens dos proprietários e talvez a liquidação extra-judicial. Faremos o que for necessário para impedir que os clientes deste estabelecimento sofram maiores prejuízos”, declarou Pinho.

Sobre Maluf, o procurador-geral disse que compete ao MP a apuração dos casos de improbidade. “Nós conseguimos bloquear recursos do ex-prefeito no exterior.

Vamos concentrar esforços para aplicar tudo o que é previsto na Lei de Improbidade. Já foram feitos contatos com o Ministério Público Federal, que ingressou com ação penal em relação ao crime de evasão de divisas e corrupção, no caso do túnel Ayrton Senna e da avenida das Águas Espraiadas e agora nós aguardamos que a prefeitura contrate um advogado, junto com o apoio da Advocacia-Geral da União para que nós possamos efetivamente repatriar o dinheiro que já está bloqueado no exterior”.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico