seu conteúdo no nosso portal

UNODC propõe parceria para melhorar justiça criminal

UNODC propõe parceria para melhorar justiça criminal

O Escritório contra Drogas e Crime da Organização das Nações Unidas (UNODC) quer iniciar parceria com o CNJ no sentido de discutir saídas para melhorar o funcionamento da justiça criminal e para combater a corrupção no Judiciário. O anúncio foi feito nesta terça-feira (25/04), pelo representante regional do ONUDC no Brasil e Cone Sul, Giovanni Quaglia, e pelo coordenador de programa Reiner Pungs, em visita ao conselheiro Douglas Rodrigues, na sede do Conselho.

O Escritório contra Drogas e Crime da Organização das Nações Unidas (UNODC) quer iniciar parceria com o CNJ no sentido de discutir saídas para melhorar o funcionamento da justiça criminal e para combater a corrupção no Judiciário. O anúncio foi feito nesta terça-feira (25/04), pelo representante regional do ONUDC no Brasil e Cone Sul, Giovanni Quaglia, e pelo coordenador de programa Reiner Pungs, em visita ao conselheiro Douglas Rodrigues, na sede do Conselho.

De acordo com Quaglia, o Brasil tem avançado no combate ao crime organizado, inclusive no bloqueio a contas usadas pelos criminosos, mas a Justiça ainda não tem a agilidade ideal para estes casos.

A idéia é fazer um amplo estudo no País, analisando desde a estrutura e a atuação da Polícia até a situação dos presídios, passando pelo acesso à Justiça e à independência do Judiciário. A mesma sistemática de estudo, desenvolvida pelo ONUDC, já foi usada em diversos países e, agora, está sendo aplicada em iniciativa semelhante no Uruguai. “É uma ferramenta que ajuda a identificar problemas e a propor soluções”, explica Pungs.

O Conselheiro Douglas Rodrigues considerou a idéia oportuna. “Esta parceria pode nos permitir prestar um serviço excepcional ao País, ajudando a combater, com soluções concretas, este que é um dos maiores problemas tanto no setor público como no setor privado”, disse. “É nosso dever levantar o debate e buscar saídas”, completou. A proposta será levada à presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie, para posterior discussão junto aos demais membros do CNJ.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico