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Empresas de telefonia e sindicato não entram em acordo

Empresas de telefonia e sindicato não entram em acordo

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações e Operações de Mesas Telefônicas no Rio Grande do Sul (Sinttel/RS) e as empresas ARM Telecomunicações e Serviços de Engenharia LTDA e Brasil Telecom não entraram em acordo

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações e Operações de Mesas Telefônicas no Rio Grande do Sul (Sinttel/RS) e as empresas ARM Telecomunicações e Serviços de Engenharia LTDA e Brasil Telecom não entraram em acordo na audiência realizada, no Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (TRT-RS). Uma nova audiência visando à solução do dissídio coletivo foi agendada para 9 de maio, às 14h. A categoria está em greve e houve manifestação em frente ao prédio do TRT-RS enquanto a reunião era realizada. Os empregados são vinculados à ARM, que presta serviços à Brasil Telecom.
As partes apresentaram suas propostas e ambas foram rejeitadas. Os principais pontos de divergência referem-se aos reajustes no salário e no vale-alimentação. A ARM propôs reajuste salarial na totalidade do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), hoje em 6,31%, além do aumento do vale-alimentação de R$ 9,00 para R$ 10,00. O Sinttel/RS requiriu o mesmo incremento no salário, mais um acréscimo de 0,6%, decorrente de uma melhoria obtida pela ARM no seu contrato com a Brasil Telecom. O vale-alimentação proposto pelo sindicato é de R$ 13,00, com acréscimo de R$ 2,00 após 60 dias.
Outro pedido dos grevistas é a isonomia salarial entre aqueles que exercem as mesmas atividades. A empresa se propôs a estudar a situação após 60 dias do fechamento do acordo.
Entretanto, as partes concordam que a greve não pode deixar desatendidas áreas como saúde e segurança. Em caso de problemas de rede em hospitais, polícia e Corpo de Bombeiros, as empresas poderão comunicar o sindicato para disponibilizar o efetivo que está em greve, se necessário.
A mediação foi conduzida pelo presidente do TRT-RS, desembargador Carlos Alberto Robinson, com a presença da procuradora do Trabalho Beatriz Junqueira Fialho.
 

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