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Assalto ao Matadouro Mafrial, principal comprador do gado de Renan, gera suspeitas

Assalto ao Matadouro Mafrial, principal comprador do gado de Renan, gera suspeitas

Homens armados levam documentos que deveriam ser entregues à Sefaz, PF e Conselho de Ética sobre o “caso Renan”. Um suposto assalto ao matadouro alagoano envolvido nas investigações sobre o gado do senador Renan Calheiros chamou a atenção, ontem, em Brasília, e despertou suspeitas. Segundo relatos feitos pelas supostas vítimas, seis homens armados com revólveres e pistolas atacaram, no final da noite de quarta-feira, o Matadouro e Frigorífico de Alagoas (Mafrial), às margens da BR-316, em Satuba. Os homens teriam levado R$ 17 mil em espécie e R$ 200 mil em cheques. Além disso, teriam sido levados também muitos documentos do frigorífico, de clientes e de fornecedores. Por coincidência, o Mafrial deveria entregar, ontem, documentos à Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), para serem encaminhados à Polícia Federal e ao Conselho de Ética do Senado, para serem periciados no processo contra Renan Calheiros. Os documentos podem ter sido levados no suposto assalto.

Homens armados levam documentos que deveriam ser entregues à Sefaz, PF e

Conselho de Ética sobre o “caso Renan”. Um suposto assalto ao matadouro alagoano envolvido nas investigações sobre o gado do senador Renan Calheiros chamou a atenção, ontem, em Brasília, e despertou suspeitas. Segundo relatos feitos pelas supostas vítimas, seis homens armados com revólveres e pistolas atacaram, no final da noite de quarta-feira, o Matadouro e Frigorífico de Alagoas (Mafrial), às margens da BR-316, em Satuba. Os homens teriam levado R$ 17 mil em espécie e R$ 200 mil em cheques. Além disso, teriam sido levados também muitos documentos do frigorífico, de clientes e de fornecedores. Por coincidência, o Mafrial deveria entregar, ontem, documentos à Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), para serem encaminhados à Polícia Federal e ao Conselho de Ética do Senado, para serem periciados no processo contra Renan Calheiros. Os documentos podem ter sido levados no suposto assalto.

No depoimento ontem ao delegado Haroldo Lucca Gonçales, a empresária Zoraide Beltrão, proprietária do Mafrial, contou que os bandidos “arrombaram” os quatro cofres da empresa à procura de dinheiro. “Ela contou que um dos bandidos teria dito que o dinheiro que encontraram era uma mixaria, e queriam mais”, contou o delegado.

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