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Carlinhos Cachoeira ajuiza ação por danos morais; alega ser vítima de Procurador de Justiça

Carlinhos Cachoeira ajuiza ação por danos morais; alega ser vítima de Procurador de Justiça

O empresário de loterias Carlinhos Cachoeira, que foi alvo de tentativa de suborno no caso Waldomiro Diniz, ex-funcionário da Casa Civil da Presidência da República, quando era ministro José Dirceu, ingressou com ação de indenização por danos morais contra o Estado de Goiás. A ação foi distribuída para o juiz Avenir Passo de Oliveira, da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, ação de indenização por danos morais ajuizada no dia (05) pelo empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, contra o procurador-geral de Justiça, Saulo de Castro Bezerra, e o Estado de Goiás. Na ação, o empresário alega que foi caluniado e difamado pelo representante do Ministério Público (MP) que o acusou, na imprensa, de prática de crime de corrupção ao comprar sentença judicial.

O empresário de loterias Carlinhos Cachoeira, que foi alvo de tentativa de suborno no caso Waldomiro Diniz, ex-funcionário da Casa Civil da Presidência da República, quando era ministro José Dirceu, ingressou com ação de indenização por danos morais contra o Estado de Goiás. A ação foi distribuída para o juiz Avenir Passo de Oliveira, da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, ação de indenização por danos morais ajuizada no dia (05) pelo empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, contra o procurador-geral de Justiça, Saulo de Castro Bezerra, e o Estado de Goiás. Na ação, o empresário alega que foi caluniado e difamado pelo representante do Ministério Público (MP) que o acusou, na imprensa, de prática de crime de corrupção ao comprar sentença judicial.

A notícia foi veiculada em dezembro do ano passado, quando o MP pediu ao Tribunal de Justiça (TJ) que investigasse suposta venda de sentença judicial envolvendo o juiz Avenir Passo de Oliveira, da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, o procurador de Justiça aposentado, Roldão Izael Cassimiro e Carlinhos Cacheira.

De acordo com o empresário, trata-se de suposição do MP, que não apresentou provas verossímveis das alegações, que chamou de acusações graves, que lhe causaram dano à imagem e à honra. “É de suma importância e necessário que se conheça a origem dos fatos, dado a sua alta relevância para a análise mais apropriada da matéria aqui tratada e que, se conhecida previamente, levará à convicção correta com a total desaprovação da malévola atitude apresentada por um membro do MP, inimigo figadal do juiz envolvido na matéria caluniosa”, destacou o empresário, lembrando que em decisão proferida em 2000, Avenir Passo afastou a então procuradora-geral de Justiça, Ivana Farina, “que estaria no exercício do cargo sem o indispensável concurso público”.

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