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CNJ concede liminar para que Marcos Salles fique exclusivo na AMPB, sem dar expediente na vara como juiz

CNJ concede liminar para que Marcos Salles fique exclusivo na AMPB, sem dar expediente na vara como juiz

O presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba (AMPB), Marcos Salles (foto), continuará à frente da entidade, apesar da tentativa do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB) de afastá-lo da atividade associativa. A garantia foi dada por liminar que Jirair Meguerian, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), acaba de conceder ao magistrado.

O presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba (AMPB), Marcos Salles, continuará à frente da entidade, apesar da tentativa do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB) de afastá-lo da atividade associativa. A garantia foi dada por liminar que Jirair Meguerian, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), acaba de conceder ao magistrado.

Meguerian listou inúmeras razões ao conceder o pedido liminar feito pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) no Procedimento de Controle Administrativo (PCA) n° 246/2006 e impediu provisoriamente que Salles deixe a presidência da AMPB para atuar na 8ª Vara da Fazenda de João Pessoa.

Entre as razões, ele considerou que o retorno de Salles “às atividades judicantes, em princípio, poderá dificultar o munus associativo”. Segundo Meguerian, o pedido deve ser submetido ao plenário do CNJ “na primeira oportunidade”.

O Conselheiro ao final decidiu que “CONCEDO a medida liminar requerida e suspendo, por ora, a determinação do Juiz Marcos Coelho de Salles de reassumir a jurisdição da 8a. Vara da Fazenda da Comarca da Capital, pelo biênio 2006/2008, desde 26 de agosto de 2006, data da sua posse, por reeleição na Presidência da Associação dos Magistrados da Paraíba – AMPB”.

Hoje pela manhã, o plenário do Tribunal de Justiça da Paraíba havia determinado o retorno do Juiz Marcos Salles às funções de juiz da 8ª Vara da Fazenda Pública da Capital ao considerar de relevante interesse público o fato da unidade judiciária está com mais de 9 mil processos paralisados há mais de 30 dias e outros 3 mil com excesso de prazo, bem como a insuficiência de juízes para composição do quadro da Capital.

Com essa decisão do CNJ o Juiz Marcos Salles continua com suas atividades exclusivamente à frente da Associação dos Magistrados da Paraíba, sem dar expediente na Vara.

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