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Contra a eutanásia: Polonês acorda após coma de 19 anos

Contra a eutanásia: Polonês acorda após coma de 19 anos

Um polonês que permaneceu 19 anos em coma, depois de ter sido atropelado por um trem, surpreendeu os médicos ao retomar a consciência. De acordo com a imprensa polonesa, Jan Grzebski, hoje com 65 anos, ficou espantado com as mudanças na Polônia e em sua família durante o tempo em que permaneceu em coma.'Agora eu vejo pessoas nas ruas com telefones celulares e há tantas coisas boas nas lojas que eu fico tonto', disse ele à TV do país.

Um polonês que permaneceu 19 anos em coma, depois de ter sido atropelado por um trem, surpreendeu os médicos ao retomar a consciência. De acordo com a imprensa polonesa, Jan Grzebski, hoje com 65 anos, ficou espantado com as mudanças na Polônia e em sua família durante o tempo em que permaneceu em coma.“Agora eu vejo pessoas nas ruas com telefones celulares e há tantas coisas boas nas lojas que eu fico tonto”, disse ele à TV do país.

“Quando entrei em coma, havia apenas chá e vinagre nas lojas, a carne era racionada e havia imensas filas para abastecer os carros em toda parte.”

Netos

Grzebski deu os primeiros sinais de que estava saindo do coma em abril, quando começou um intenso trabalho de reabilitação.

Quando ele ficou inconsciente, a Polônia, hoje membro da Otan e da União Européia, ainda era um país comunista, alinhado à antiga União Soviética.

Desde então, o país abraçou a democracia e o capitalismo, o Muro de Berlim ruiu e vários presidentes assumiram o governo do país.

Mas não apenas as mudanças no país surpreenderam Grzebski. Ao acordar, ele descobriu que seus quatro filhos já tinham se casado e que agora ele tem 11 netos.

O polonês creditou sua sobrevivência ao esforço da mulher, Gertruda, que cuidou dele durante todos os 19 anos. Depois do acidente, os médicos disseram que Grzebski viveria no máximo mais três anos.

“O que me impressiona hoje são todas essas pessoas que andam por aí falando com seus telefones celulares e nunca param de resmungar”, disse. “Eu não tenho nada que reclamar.”

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