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Dia Internacional da Mulher: Uma Justiça mais feminina

Dia Internacional da Mulher: Uma Justiça mais feminina

Hoje, comemoramos o Dia Internacional da Mulher. A celebração foi instituída em homenagem a 129 operárias que morreram queimadas numa ação da polícia para conter uma manifestação numa fábrica de tecidos. Essas mulheres estavam pedindo a diminuição da jornada de trabalho de 14 para 10 horas por dia e o direito à licença-maternidade. Isso aconteceu em 8 de março de 1857, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Hoje, comemoramos o Dia Internacional da Mulher. A celebração foi instituída em homenagem a 129 operárias que morreram queimadas numa ação da polícia para conter uma manifestação numa fábrica de tecidos. Essas mulheres estavam pedindo a diminuição da jornada de trabalho de 14 para 10 horas por dia e o direito à licença-maternidade. Isso aconteceu em 8 de março de 1857, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica. Em 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas) e na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual.

Enquanto isso, no Brasil, mais especificamente na Justiça, após quarenta anos de luta, podemos afirmar que elas chegaram ao poder. Fruto da revolução feminina que explodiu na década de 1960, o papel da mulher na sociedade inclui hoje a ocupação de cargos importantes, como é o caso da magistratura. Tradicionalmente um cargo masculino, cada vez mais a toga é vestida por mulheres, fenômeno que ocorre não só no Brasil, mas pelo mundo afora.

Na Justiça Federal da 2ª Região, 79 magistradas dividem as agruras e alegrias da judicatura com 120 juízes, o que representa 40% dos cargos existentes. O TRF-2a Região atualmente conta com a presença de cinco magistradas: desembargadora federal Julieta Lunz, desembargadora federal Tania Heine (ambas já ocuparam a presidência do Tribunal),desembargadora federal Maria Helena Cisne, desembargadora federal Vera Lúcia Lima e desembargadora federal Liliane Roriz.

Mas nem só de juízas vive o Tribunal, e uma olhada no quadro de funcionários e no de cargos de direção confirma o senso comum: as mulheres chegaram ao poder! No total, hoje 55% dos servidores do TRF são mulheres, ou seja, a Corte tem 1.173 funcionários, dos quais 625 são mulheres e 548 são homens.

No entanto, quando se contabiliza apenas as posições de comando a relação percentual pende bem mais em favor das mulheres: cerca de 79% das chefias de gabinete são ocupadas por elas, que também exercem aproximadamente 71% dos cargos de assessoramento e 54,5% dos cargos de direção.

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