O Tribunal de Justiça de São Paulo julgou pedido de “falência” do banqueiro Edemar Cid Ferreira. Os desembargadores decidiram que, por não ser tecnicamente um empresário –atividade que era exercida por sua empresa, o Banco Santos, e não pessoalmente por ele–, Edemar não pode quebrar, e seus bens pessoais não podem responder por dívidas da instituição.
Edemar é um dos maiores colecionadores de arte do Brasil. Ele foi condenado em 2006 por lavagem de dinheiro e fraude. Na época, a Justiça ordenou a apreensão de grande parte de sua coleção, com o argumento de que muitas das obras foram compradas em esquemas ilegais.