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Ex-deputado classifica Ecad como “máfia”

Ex-deputado classifica Ecad como “máfia”

“O Ecad é uma mina de ouro, daqui de fora ninguém sabe onde vai parar o dinheiro”. É assim que o ex-deputado federal e jornalista Sérgio Cruz (1983/1986) define as práticas realizadas pelo Escritório Central de Arrecadação de Direitos Autorais (Ecad) em Mato Grosso do Sul e no Brasil.

“O Ecad é uma mina de ouro, daqui de fora ninguém sabe onde vai parar o dinheiro”. É assim que o ex-deputado federal e jornalista Sérgio Cruz (1983/1986) define as práticas realizadas pelo Escritório Central de Arrecadação de Direitos Autorais (Ecad) em Mato Grosso do Sul e no Brasil.

Sérgio Cruz, que não falava sobre o Ecad desde que um projeto de sua autoria sobre o órgão foi arquivado em Brasília, afirmou que as notícias veiculadas sobre “essa máfia”, como ele mesmo denomina, fizeram com que ele voltasse a tocar no assunto. O ex-deputado explicou que no ano de 1983, quando exercia seu mandato na Câmara Federal, protocolou um projeto de emenda na lei nº 5.988/73, que se referia à isenção da cobrança de execução em emissoras de rádio e televisão, além da transformação do Ecad em órgão público.

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