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Juiz da Paraiba integrará corregedoria do CNJ

Juiz da Paraiba integrará corregedoria do CNJ

O juiz paraibano José Ferreira Ramos Júnior (foto), que atua como juiz corregedor do Tribunal de Justiça da Paraíba, passará a integrar, a partir da próxima terça-feira, a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília. Ele foi convidado para o cargo pelo ministro Cesar Asfor Rocha, Corregedor Nacional de Justiça, em reconhecimento ao trabalho executado pela magistrado paraibano e como forma de prestar uma justa homenagem ao Poder Judiciário da Paraíba.

O juiz paraibano José Ferreira Ramos Júnior (foto), que atua como juiz corregedor do Tribunal de Justiça da Paraíba, passará a integrar, a partir da próxima terça-feira, a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília. Ele foi convidado para o cargo pelo ministro Cesar Asfor Rocha, Corregedor Nacional de Justiça, em reconhecimento ao trabalho executado pela magistrado paraibano e como forma de prestar uma justa homenagem ao Poder Judiciário da Paraíba.

O CNJ, presidido pela ministra Ellen Gracie, foi criado em 31 de dezembro de 2004, como um órgão administrativo integrante do Poder Judiciário, que tem o objetivo de controlar sua atuação administrativa e financeira, bem como o cumprimento dos deveres funcionais dos juízes.

Já a Corregedoria, na qual o juiz Ramos Júnior vai atuar, é um órgão do CNJ, que atua na orientação, coordenação e execução de políticas públicas voltadas à atividade correicional e ao bom desempenho da atividade judiciária dos mais diversos tribunais e juízos do País, ou seja a fiscalização de todos os atos do Poder Legislativo.

O futuro juiz da Corregedoria do CNJ disse que sua meta principal é colaborar com o ministro César Asfor Rocha para melhorar a prestação jurisdicional da Justiça brasileira, através das ações que já estão em desenvolvimento com vistas a celeridade processual e uma maior transparência no Poder Judiciário como um todo.

Homenagem ao judiciário paraibano

O juiz José Ferreira Ramos Júnior será o primeiro paraibano a atuar de forma efetiva no CNJ. Conforme destacou o próprio ministro-corregedor, César Asfor Rocha, ao formular o convite ao magistrado da Paraíba, que a convocação, além de ser um reconhecimento ao trabalho primoroso que vem realizando como auxiliar do desembargador Júlio Paulo Neto, na Corregedoria do Tribunal de Justiça da Paraíba, também foi uma forma de prestar uma justa e merecida homenagem ao Poder Judiciário da Paraíba, que vem sendo tão bem administrado pelo desembargador Antônio de Pádua Lima Montenegro.

Filho de José Ferreira Ramos e Iolanda Cordeiro da Costa, o juiz José Ferreira Ramos Júnior, nasceu na cidade de Campina Grande. É casado com Miriam Nunes Medeiros Ramos e pais de três filhos: Diego, Diana e Daniela.

Formado em direito pela Unipê e com cursos de pós-graduação pela Escola Superior da Magistratura (ESMA), José Ferreira Júnior ingressou na magistratura em 27 de março de 1992, como juiz substituto da Comarca de Serraria; em 12 de agosto do mesmo ano foi promovido para a Comarca de Conceição, de 2ª entrância.

Já em 15 de março de 2003, foi removido para a 2ª Vara da Comarca de Pombal, tendo sido removido para a Comarca de Areia. Em 7 de fevereiro de 1996 foi promovido para a 3ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande, tendo sido removido, em seguida para a 1ª Vara Criminal da mesma Comarca. Em fevereiro de 2002, foi removido, por merecimento, para a Vara de Conflitos Agrários da Comarca da Capital, onde também foi titular da 6ª Vara de Família.

Além disso, também atuou como professor do curso de direito da UEPB e de cursos da Esma. Foi Juiz Membro da 2ª Turma Recursal Mista da Comarca de Campina Grande; Juiz Membro da 2ª Turma Recursal Mista da Comarca de Capital e escolhido, por votação unânime, pelo Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba, para compor o TRE-PB, como Juiz Substituto, em maio de 2006. E foi convocado, por unanimidade, para integrar a 1ª Câmara Cível do TJ no período de junho de 2006 a fevereiro de 2007. E desde fevereiro de 2007, foi convocado para integrar a Corregedoria Geral da justiça do TJPB, na qualidade de Juiz corregedor Auxiliar, função que deixará para atuar na Corregedoria do CNJ.

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