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Juiz manda arquivar caso do menino de 7 anos que respondia a inquérito

Juiz manda arquivar caso do menino de 7 anos que respondia a inquérito

Ganhou final feliz a história do menino de 7 anos que respondia a um inquérito policial por agressão a uma colega de escola. Aceitando a sugestão da Promotoria da Infância e da Juventude do Fórum de Petrópolis, o juiz Alexandre Teixeira de Souza determinou o arquivamento do caso, que poderia resultar até na entrega do garoto a uma família substituta. O fato foi noticiado pelo GLOBO.

Ganhou final feliz a história do menino de 7 anos que respondia a um inquérito policial por agressão a uma colega de escola. Aceitando a sugestão da Promotoria da Infância e da Juventude do Fórum de Petrópolis, o juiz Alexandre Teixeira de Souza determinou o arquivamento do caso, que poderia resultar até na entrega do garoto a uma família substituta. O fato foi noticiado pelo GLOBO.

Antes de sugerir o arquivamento do inquérito, a promotora Maria de Lourdes Félpolonio ouviu em separado o pai da garota, um advogado conhecido na cidade, e o empresário pai do menino. Embora tenha sido intimado a se apresentar ao Ministério Público, o garoto não foi à audiência. Ficou no carro, esperando pelo pai.

A promotora explicou que sugeriu o arquivamento do caso por entender que a briga entre as crianças era um fato corriqueiro. E que, se levado adiante, o processo poderia causar danos psicológicos tanto ao menino quanto à menina.

O delegado de Petrópolis, Murilo Montanha, disse que o policial que intimou o garoto a comparecer à delegacia e ao Ministério Público foi além do bom senso. Apesar disso, o pai do menino dá o caso por encerrado e não pensa em mover uma ação indenizatória:

— A situação toda foi muito infeliz, mas já é passado.

Crianças voltam hoje à sala de aula

Segundo a diretora do Colégio Santa Isabel, irmã Maria da Conceição Milagres, o clima ontem na escola onde aconteceu a briga era de apreensão para que o caso terminasse bem.

— Nossas crianças fizeram uma corrente de oração pedindo que tudo se esclarecesse o quanto antes — disse.

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, o garoto, se viesse a ser condenado pela Justiça, poderia receber como punição um acompanhamento médico ou até mesmo ser encaminhado a um abrigo. Hoje, menino e menina devem voltar a dividir a sala de aulas.

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