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Juiz nega pedido de apreensão da biografia de Roberto Carlos

Juiz nega pedido de apreensão da biografia de Roberto Carlos

A biografia de Roberto Carlos não será retirada das livrarias. A decisão judicial foi divulgada em comunicado distribuído à imprensa pela editora Planeta do Brasil, responsável pela publicação da obra, lançada no final do ano passado. As informações são do Portal do Estadão 'Contrariando o parecer do Ministério Público, o juiz Dr. Tércio Pires indeferiu o pedido de busca e apreensão do ensaio biográfico', diz o texto da editora.

A biografia de Roberto Carlos não será retirada das livrarias. A decisão judicial foi divulgada em comunicado distribuído à imprensa pela editora Planeta do Brasil, responsável pela publicação da obra, lançada no final do ano passado. As informações são do Portal do Estadão “Contrariando o parecer do Ministério Público, o juiz Dr. Tércio Pires indeferiu o pedido de busca e apreensão do ensaio biográfico”, diz o texto da editora.

Roberto Carlos em Detalhes (Planeta, 504 páginas, R$ 59,90), escrito pelo historiador Paulo Cesar de Araújo, foi publicado sem autorização do cantor. Roberto Carlos disse que leu apenas trechos do livro, o que foi suficiente para que ele condenasse toda a obra.

Ele declarou que se sentiu ofendido e concluiu que houve invasão de privacidade com a divulgação de histórias sobre a sua vida. Roberto Carlos em Detalhes conta a trajetória do cantor, sem omitir fatos dolorosos como a amputação de parte de uma perna, sua relação com a atriz Myriam Rios e a morte de Maria Rita, sua última mulher.

Em entrevista coletiva, Roberto Carlos disse assim: “O livro tem coisas não-verdadeiras, que ofendem a mim e a pessoas queridas, expostas ao ridículo. É um absurdo, uma falta de respeito lançar mão da minha história, que é um patrimônio meu. Me sinto agredido na minha privacidade. Isso me irrita, me incomoda, me entristece”.

Depois de notificar a editora, o advogado do rei, Marco Antônio Campos, entrou com queixa-crime onde pedia o recolhimento dos livros do mercado. O juiz Tércio Pires, da 20ª Vara Cível do Fórum Criminal de São Paulo, negou pedido.

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