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Juiz proíbe Daniel Dantas de deixar país sem autorização judicial

Juiz proíbe Daniel Dantas de deixar país sem autorização judicial

A menos de dois meses para a conclusão do processo aberto contra Daniel Dantas (foto) por suposta tentativa de corrupção de um policial, o juiz Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Federal de São Paulo, proibiu o banqueiro de deixar o país sem prévia autorização judicial.De Sanctis foi o juiz que determinou, por duas vezes, a prisão de Dantas -as duas ordens foram anuladas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes.Ontem, a orientação foi dada após o último interrogatório do banqueiro e dos dois supostos emissários dele na tentativa de pagar US$ 1 milhão a um delegado federal para que o inquérito aberto contra ele por crime financeiro fosse engavetado -a negociação com o policial foi gravada pela Polícia Federal com autorização da Justiça.

A menos de dois meses para a conclusão do processo aberto contra Daniel Dantas (foto) por suposta tentativa de corrupção de um policial, o juiz Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Federal de São Paulo, proibiu o banqueiro de deixar o país sem prévia autorização judicial.De Sanctis foi o juiz que determinou, por duas vezes, a prisão de Dantas -as duas ordens foram anuladas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes.Ontem, a orientação foi dada após o último interrogatório do banqueiro e dos dois supostos emissários dele na tentativa de pagar US$ 1 milhão a um delegado federal para que o inquérito aberto contra ele por crime financeiro fosse engavetado -a negociação com o policial foi gravada pela Polícia Federal com autorização da Justiça.

De Sanctis determinou que nenhum dos réus pode viajar para o exterior ou mudar de residência sem comunicar à Justiça por escrito. A ordem valerá até o julgamento, o que deve ocorrer em até dois meses. Ontem, o advogado de Dantas, Nélio Machado admitiu a possibilidade de seu cliente ser condenado em primeira instância pelo crime de corrupção, cuja pena é de dois a 12 anos de prisão. "O julgamento em primeiro grau é como o primeiro tempo do jogo de futebol. Se eu tomar gol aqui, vou fazer gol lá para frente. Estou tranqüilo."
 

A Justiça do Direito Online

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