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Juiz que decretou prisão de fundadores da Renascer sofre ameaças

Juiz que decretou prisão de fundadores da Renascer sofre ameaças

O juiz Paulo Antonio Rossi, da 1º Vara da Justiça Criminal de São Paulo, que decretou a prisão preventiva dos fundadores da Igreja Renascer, recebeu dois bilhetes contendo ameaças.

O juiz Paulo Antonio Rossi, da 1º Vara da Justiça Criminal de São Paulo, que decretou a prisão preventiva dos fundadores da Igreja Renascer, recebeu dois bilhetes contendo ameaças.

Rossi entrou com representação no Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), que investiga quem colocou os bilhetes embaixo da porta do banheiro privativo do juiz, no Fórum Criminal da Barra Funda.

Em um dos bilhetes, colocados no mesmo dia após um intervalo de aproximadamente duas horas, o autor afirma que “nossos líderes são influentes na política, na polícia”.

De acordo com o promotor Arthur Lemos, o suspeito pode ser alguém que tem conhecimento sobre o fórum, porque os banheiros não são identificados. Ele esclarece também que esta investigação não tem relação com o processo a que os bispos respondem por lavagem de dinheiro, que corre sob segredo de justiça.

Os bispos Estevam Hernandes Filho e Sônia Haddad Hernandes, fundadores da Igreja Renascer em Cristo, aguardam julgamento nos Estados Unidos, após terem sido detidos na alfândega do Aeroporto de Miami com US$ 56 mil em espécie.

Com o argumento de que o fato pode configurar lavagem de dinheiro, os promotores do Gaeco entraram com o pedido de prisão preventiva, que foi decretada pelo juiz Paulo Antonio Rossi, no dia 10 de janeiro.

O casal responde a processos por lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e estelionato, e teve a prisão decretada em novembro. Os bispos foram considerados foragidos até que, dias depois, conseguiu liminar no STJ (Superior Tribunal de Justiça) para responderem em liberdade. A ação corre em segredo de justiça.

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