Um tribunal antiterrorista peruano condenou a 32 anos de prisão o chefe do Movimento Revolucionário Túpac Amaru (MRTA), Víctor Polay Campos.
A condenação foi ditada pelo delito de “terrorismo contra o Estado Peruano”, em relação com uma série de fatos, entre eles atentados, seqüestros, extorsão, aniquilamento e cobrança de dinheiros a empresários.
Polay, quem em 1992 foi condenado a cadeia perpetua por um tribunal de juizes “sem rostos”, enfrentou um novo julgamento a pedido da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que desconheceu com as que foi julgado o fundador do MRTA.
O ex-guerrilheiro escutou, junto com outra dezena de julgados, a condenação que lhe impôs a corte presidida pelo magistrado Pablo Talavera.(ANSA)