seu conteúdo no nosso portal

Justiça pode seqüestrar bens do INSS

Justiça pode seqüestrar bens do INSS

O presidente do Juizado Especial Federal de São Paulo, juiz José Carlos Motta, disse que não trabalha com a hipótese de o Governo não pagar as sentenças que garantem a revisão de benefícios previdenciários (aposentadorias, pensões e auxílios) do INSS. “Todas as decisões têm sido cumpridas”. Se houver descumprimento, a Justiça determinará o seqüestro de receitas nas contas bancárias do INSS. Motta entende como um arroubo político e uma estratégia do ministro da Previdência Social, Amir Lando, dizer que não tem dinheiro. Para o juiz, o objetivo dessa declaração é forçar os aposentados a aceitar o acordo nos moldes desejados pelo Governo.

O presidente do Juizado Especial Federal de São Paulo, juiz José Carlos Motta, disse que não trabalha com a hipótese de o Governo não pagar as sentenças que garantem a revisão de benefícios previdenciários (aposentadorias, pensões e auxílios) do INSS. “Todas as decisões têm sido cumpridas”. Se houver descumprimento, a Justiça determinará o seqüestro de receitas nas contas bancárias do INSS. Motta entende como um arroubo político e uma estratégia do ministro da Previdência Social, Amir Lando, dizer que não tem dinheiro. Para o juiz, o objetivo dessa declaração é forçar os aposentados a aceitar o acordo nos moldes desejados pelo Governo.

Segundo Luiz Flávio Borges D’Urso, presidente da OAB de São Paulo, a dificuldade enfrentada pelos aposentados pata conseguir a correção de seus benefícios é a mesma das pessoas que entram e ganham na Justiça ações contra estados, municípios e União.

O problema é que o Governo não paga essas dívidas judiciais (precatórios) alegando falta de recursos. Por isso, o Poder Judiciário dificilmente decreta intervenção no Executivo por entender que não há má-fé por parte dos governantes. “Cria-se, então, um impasse dramático porque os credores são pessoas que precisam dos recursos devidos, assim como os aposentados”.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico