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Justiça rejeita fechamento de Congonhas

Justiça rejeita fechamento de Congonhas

Mesmo depois do acidente com o Airbus da TAM, o aeroporto de Congonhas vai continuar aberto, ao contrário do que desejavam procuradores do Ministério Público Federal em São Paulo. Ontem (27) à noite, a 8ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo negou o pedido do MPF. Segundo a decisão do juiz Clécio Brashi, "não há nenhuma perícia concluída que permita estabelecer nexo de causalidade entre a hipotética insegurança da pista e o acidente".

Mesmo depois do acidente com o Airbus da TAM, o aeroporto de Congonhas vai continuar aberto, ao contrário do que desejavam procuradores do Ministério Público Federal em São Paulo. Ontem (27) à noite, a 8ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo negou o pedido do MPF. Segundo a decisão do juiz Clécio Brashi, “não há nenhuma perícia concluída que permita estabelecer nexo de causalidade entre a hipotética insegurança da pista e o acidente”.

Na ação, impetrada no dia 18, um dia depois do acidente, os procuradores pediam o fechamento da pista, porque entendiam que a sua segurança não estava confirmada. Àquela altura dos acontecimentos, a falta de ranhuras no local de pouso era apontada como uma das principais causas da tragédia no aeroporto de Congonhas, que matou 200 pessoas aproximadamente.

Apesar disso, a pista ficou fechada por vários dias desde o acidente, por conta de problemas climáticos e boicotes dos pilotos e empresas. Ontem, por exemplo, a pista chegou a ser aberta e fechada duas vezes. Hoje pela manhã, estava aberta.

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