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Ministério Público acusa pastor da Universal de pagar funcionárias da Igreja Universal com dinheiro público

Ministério Público acusa pastor da Universal de pagar funcionárias da Igreja Universal com dinheiro público

O Ministério Público de Goiás entrou na Justiça com uma ação civil contra o ex-vereador de Goiânia Valter Soares (sem partido), acusado de improbidade administrativa. Segundo o promotor de Defesa do Patrimônio Público Fernando Krebs, que assina a ação, Soares empregava em seu gabinete quatro servidoras que, na verdade, prestavam serviços para a Associação Beneficente Cristã (ABC) e a Igreja Universal do Reino de Deus da capital goiana. O ex-vereador, que ocupou o cargo entre 2001 e 2004, é pastor da Universal. “Apesar de terem seu salário pago com dinheiro público, essas funcionárias apareciam pouco no gabinete”, diz Krebs. O prejuízo à Câmara foi calculado em R$ 193.050.

O Ministério Público de Goiás entrou na Justiça com uma ação civil contra o ex-vereador de Goiânia Valter Soares (sem partido), acusado de improbidade administrativa. Segundo o promotor de Defesa do Patrimônio Público Fernando Krebs, que assina a ação, Soares empregava em seu gabinete quatro servidoras que, na verdade, prestavam serviços para a Associação Beneficente Cristã (ABC) e a Igreja Universal do Reino de Deus da capital goiana. O ex-vereador, que ocupou o cargo entre 2001 e 2004, é pastor da Universal. “Apesar de terem seu salário pago com dinheiro público, essas funcionárias apareciam pouco no gabinete”, diz Krebs. O prejuízo à Câmara foi calculado em R$ 193.050.

O promotor também acusa Soares de reter o salário de R$ 2,2 mil da assessora Lucinéia Chermant e repassar a ela apenas o equivalente a um salário mínimo, à época entre R$ 151 e R$ 200. De acordo com a ação, o ex-vereador dizia à funcionária que o restante seria revertido para a ABC, entidade da qual ele era presidente. Soares também é acusado de ter obrigado Lucinéia a fazer um empréstimo de R$ 4,5 mil, no Banco do Brasil, sob a alegação de entregar o dinheiro à entidade. A ABC e a Universal aparecem como rés na ação por “receber os serviços (…) sem despender nenhum dinheiro por isso”.
 

A Justiça do Direito Online

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