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Pará tem novo caso de mulher presa entre homens, diz TV

Pará tem novo caso de mulher presa entre homens, diz TV

SÃO PAULO - Um novo caso de uma mulher que teria divido a cela da cadeia com homens no Pará foi divulgado neste sábado. Segundo reportagem do "Jornal Nacional", a suposta vítima teria passado duas horas em uma cela na cadeia de Abaetetuba (PA) após uma briga famíliar. Diferente do caso da menor L., de 15 anos, que ficou presa durante 24 dias com vinte homens em uma cela em Abaetetuba, no nordeste do Pará, a vítima do caso divulgado neste sábado afirma não ter sofrido abuso sexual.

SÃO PAULO – Um novo caso de uma mulher que teria divido a cela da cadeia com homens no Pará foi divulgado neste sábado. Segundo reportagem do “Jornal Nacional”, a suposta vítima teria passado duas horas em uma cela na cadeia de Abaetetuba (PA) após uma briga famíliar. Diferente do caso da menor L., de 15 anos, que ficou presa durante 24 dias com vinte homens em uma cela em Abaetetuba, no nordeste do Pará, a vítima do caso divulgado neste sábado afirma não ter sofrido abuso sexual.

Jovem deixa o Estado

A jovem que ficou presa com 20 homens em uma cela na cadeia de Abaetetuba (PA) deixou o Pará neste sábado e está em segurança e sob a responsabilidade da Polícia Federal e da Secretaria Especial de Direitos Humanos. A informação é de uma das coordenadoras do grupo interministerial criado para investigar o caso, Bete Pereira.

“Ela, o pai e a madrasta já estão em plena segurança. De ontem para hoje todas as providências foram tomadas”, disse, em entrevista à Agência Brasil.

O grupo está hoje em Abaetetuba para garantir também a segurança da mãe e dos cinco irmãos da adolescente. O temor é que haja alguma manifestação contra a família depois que o caso veio à tona. “A nossa preocupação agora é a retaliação em cima do restante da família. Vamos ver qual é a situação real e montar toda a estrutura de proteção dessa família”, disse Bete Pereira.

A menina passou três semanas na cela com os homens. De acordo com o conselheiro tutelar José Maria Ribeiro, ela relatou a uma assistente social que foi vítima de abusos e violência durante o período em que esteve presa. “Ela confirmou que sofreu não só violência sexual, mas também maus-tratos. Foi espancada e queimada pelos presos. Quando estava dormindo, colocavam papel entre os dedos dos pés dela e acendiam fogo”, contou.

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