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PF prende suspeitos de cobrar R$ 1 mi de candidato para adulterar resultado de eleição

PF prende suspeitos de cobrar R$ 1 mi de candidato para adulterar resultado de eleição

A Polícia Federal prendeu ontem à noite três suspeitos de cobrar R$ 1 milhão de um candidato a prefeito em Porto Velho (RO) para adulterar o resultado das eleições. Segundo Hamilton Casara (PSDB) --1% das intenções de voto na última pesquisa Ibope-- os detidos o procuraram dizendo que poderiam inserir um vírus nas urnas eletrônicas que transferiria os votos de outros candidatos para ele.

A Polícia Federal prendeu ontem à noite três suspeitos de cobrar R$ 1 milhão de um candidato a prefeito em Porto Velho (RO) para adulterar o resultado das eleições. Segundo Hamilton Casara (PSDB) –1% das intenções de voto na última pesquisa Ibope– os detidos o procuraram dizendo que poderiam inserir um vírus nas urnas eletrônicas que transferiria os votos de outros candidatos para ele.

O tucano, que hoje não quis dar entrevistas, procurou a polícia, que passou a investigar o caso em 12 de agosto.

Ontem, os suspeitos –identificados como Cláudio Almeida Santos, Alcides José Leite de Jesus e Anderson Cleiton Gualbano– foram presos em flagrante após "combinarem" com o candidato um encontro, no qual receberiam a primeira parte do pagamento, de R$ 500 mil –o restante seria pago após o segundo turno. Eles foram indiciados sob suspeita de estelionato.

A PF cumpriu ainda cinco mandados de busca e apreensão. Nenhum dos suspeitos trabalhava no TRE (Tribunal Regional Eleitoral), segundo a PF.

A ação, coordenada pelo delegado Celso Mochi, foi batizada de Operação Resfriado.

O TRE de Rondônia disse hoje que o sistema de urnas eletrônicas é seguro e que a manipulação seria "tecnicamente impossível". Segundo a PF, os detidos não teriam capacidade de alterar a votação.
 

A Justiça do Direito Online

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