A decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa de emitir uma providência cautelar que suspenda a venda da pílula do dia seguinte Norlevo foi adiada para segunda-feira, 8 de Maio, segundo a presidente da Associação pró-vida Mulheres em Acção, responsável pelo requerimento.
Madalena Simas explicou que o adiamento se deveu à continuação da audição de testemunhas que o tribunal realizou esta semana e manifestou-se confiante de que possa existir uma decisão judicial ainda na segunda-feira.
A Associação Mulheres em Acção requereu uma providência cautelar para suspender a venda da pílula do dia seguinte Norlevo, argumentando que a bula que acompanha o fármaco é omissa quanto a eventuais danos para a saúde das menores de 16 anos, noticia o jornal Público.