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Proibida a propaganda de falsos remédios

Proibida a propaganda de falsos remédios

BRASÍLIA - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANS) proibiu a propaganda de nove produtos farmacêuticos vendidos sem registro. Na lista estão incluídos remédios que prometem fazer emagrecer durante o sono, evitar queda de cabelos, aumentar o poder de sedução de homens e mulheres, tratar dificuldades de ereção e eliminar de vez a celulite.

BRASÍLIA – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANS) proibiu a propaganda de nove produtos farmacêuticos vendidos sem registro. Na lista estão incluídos remédios que prometem fazer emagrecer durante o sono, evitar queda de cabelos, aumentar o poder de sedução de homens e mulheres, tratar dificuldades de ereção e eliminar de vez a celulite.

‘Todos prometem milagres’, disse Maria José Delgado Fagundes, do Departamento de Monitoramento, Fiscalização e Propaganda da Vigilância Sanitária.

Maria José afirma que, nos próximos dias, uma nova medida deverá ser editada proibindo a comercialização dos produtos.

Uma trajetória semelhante à adotada contra o extrato de polifenóis de alcachofra, cuja venda foi proibida na segunda-feira passada.

Foi proibida a propaganda de Instant Termo Gel, Instant Celulite Eraser, Ereto, Instant Hair Woman, Seddution for Man, Seddution for Woman, Instant Hair, Instant Fat Burner e Ultimate Night System.

Todos são vendidos em páginas na Internet criados pela empresa Hot Importação e Exportação Ltda, com sede em São Paulo.

Maria José afirmou que a Anvisa não deverá fazer testes para verificar se os produtos oferecem risco à saúde.

‘O distribuidor não se preocupou com um item básico, que é o registro na Anvisa. Isso, por si só, já demonstra a pouca preocupação com as normas de saúde’, avalia.

Desde que o monitoramento de propaganda foi iniciado pela Anvisa, uma série de produtos milagrosos foi retirada do mercado.

Segundo Maria José, remédios para impotência, para perda de peso e tratamento de calvície sem registro são itens constantes na lista de produtos banidos. ‘As pessoas sempre exploram a boa-fé dos consumidores’, alerta a funcionária.

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