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Quebrado o sigilio bancário de Paulo Maluf

Quebrado o sigilio bancário de Paulo Maluf

São Paulo - A juíza Renata Coelho Okida determinou nesta manhã a quebra do sigilo bancário do ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf, de sua mulher Sílvia, dos quatros filhos do casal (Flávio, Otávio, Lina e Lígia), do genro Maurílio Miguel Curi, e de uma nora, Jaqueline de Lourdes Coutinho Torres Maluf, mulher de Flávio.

São Paulo – A juíza Renata Coelho Okida determinou nesta manhã a quebra do sigilo bancário do ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf, de sua mulher Sílvia, dos quatros filhos do casal (Flávio, Otávio, Lina e Lígia), do genro Maurílio Miguel Curi, e de uma nora, Jaqueline de Lourdes Coutinho Torres Maluf, mulher de Flávio.

A decisão foi proferida numa ação cautelar de exibição proposta pelo Ministério Público, que investiga supostos depósitos bancários milionários na Suíça e Jersey que seriam produto de superfaturamento de obras.

A quebra do sigilo bancário e financeiro em todo o território nacional estende-se a 16 empresas. Entre elas estão a Lindsay Limited, Abutera Foundation, Timeless Investments Limited, Pérolas Negras Foundation, Durant International Corp, White Gold Fundation, Red Ruby Foundation e Alyka Foundation.

O pedido de quebra do sigilo bancário e financeiro agora acolhido baseia-se em documentos enviados ao Ministério Público pela Suíça que revelam que Maluf é beneficiário da Diamond, sucessora da Red Ruby no Citibank de Genebra.

No dia 31 de março de 1995, em uma única operação, foram depositados em uma das contas US$ 154,9 milhões. As contas foram encerradas em 1997 e Maluf reiteradamente vem negando possuir dinheiro no exterior.

A quebra do sigilo bancário possibilitará ao Banco Central realizar rastreamento para saber se aquelas empresas realizaram operações no Brasil. Os atingidos pela quebra do sigilo bancário e financeiro podem recorrer da decisão ao Tribunal de Justiça.

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