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Senado vai investigar denúncia contra chefe de gabinete de líder do PMDB

Senado vai investigar denúncia contra chefe de gabinete de líder do PMDB

O Senado vai instaurar sindicância para investigar denúncias contra a chefe de gabinete do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), Edilamar Oliveira Nóbrega, acusada de utilizar os serviços de um servidor terceirizado da Casa Legislativa em sua residência particular, como caseiro. A servidora também teria contratado sua filha para substituir um servidor exonerado do gabinete do líder peemedebista, mesmo após o Senado decretar o fim do nepotismo (contratação de parentes).

O Senado vai instaurar sindicância para investigar denúncias contra a chefe de gabinete do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), Edilamar Oliveira Nóbrega, acusada de utilizar os serviços de um servidor terceirizado da Casa Legislativa em sua residência particular, como caseiro. A servidora também teria contratado sua filha para substituir um servidor exonerado do gabinete do líder peemedebista, mesmo após o Senado decretar o fim do nepotismo (contratação de parentes).

Apesar da sindicância, Raupp decidiu afastar a servidora da chefia de gabinete. O senador disse que não tinha conhecimento do fato, por esse motivo decidiu determinar que ela se afaste das suas funções. Como é concursada, Edilamar permanece nos quadros do Senado em sua função de origem.

Segundo reportagem do jornal "O Globo", o servidor Jardiel Conceição Soares era contratado por uma empresa que presta serviços ao Senado, mas é vinculado ao Legislativo. Edilamar não teria oferecido remuneração ao servidor, que manteve os salários recebidos pelo Senado. A servidora, porém, afirma que pagava o caseiro para trabalhar somente nos períodos de folga, em que não estava no Senado.

A chefe também é acusada de liberar o servidor terceirizado do gabinete de Raupp, Suetônio Nunes de Sá, por 30 dias, para participar de campanha eleitoral em Pernambuco, em outubro. A exemplo do caseiro, o servidor continuou recebendo os vencimentos do Senado mesmo afastado para realizar campanha política –mas acabou exonerado ao retornar ao Legislativo por não ter assinado a folha de ponto no período em que esteve ausente.

O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), disse não ter conhecimento do caso da servidora. Mas considerou "grave" o fato dela ter nomeado sua filha mesmo com a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de proibir o nepotismo nos três Poderes.

"Acho que o senador Valdir Raupp tomou a providência acertada. Como presidente, oficialmente, não recebi nada. Ele agiu dentro da competência dele, e agiu certo. É um caso grave, mas eu estou dizendo que não recebi nenhum denúncia que venha a me levar a um pronunciamento", afirmou.
 

 

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