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STF solicita informações ao STJ para analisar habeas corpus a dono da Gautama

STF solicita informações ao STJ para analisar habeas corpus a dono da Gautama

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes decidiu solicitar mais informações ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) antes de analisar o pedido de habeas corpus impetrado pelos advogados do dono da Gautama, Zuleido Veras, suspeito de chefiar esquema de fraude de licitações de obras públicas. Inicialmente, a expectativa era que Mendes tomasse sua decisão ainda hoje.

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes decidiu solicitar mais informações ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) antes de analisar o pedido de habeas corpus impetrado pelos advogados do dono da Gautama, Zuleido Veras, suspeito de chefiar esquema de fraude de licitações de obras públicas. Inicialmente, a expectativa era que Mendes tomasse sua decisão ainda hoje.

Mas o STF informou que o ministro vai aguardar o envio dessas informações para formar sua decisão. Na opinião dele, o habeas corpus não foi bem instruído e por isso e ele precisa de informações adicionais para analisar o pedido.

Além de Veras, os advogados pediram também a soltura dos diretores da Gautama Vicente Vasconcelos Coni e Maria de Fátima Palmeira, mas o STF disse não ter recebido oficialmente o pedido de habeas corpus para a diretora.

Ontem, a ministra do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Eliana Calmon revogou a prisão do irmão de Zuleido, Dimas Soares de Veras, depois dele prestar depoimento. Ela ouviu também o funcionário da Gautama no Piauí João Manuel Soares, acusado de participar de esquema de fraude de licitações, que continua preso.

Apenas nove dos 48 detidos na Operação Navalha continuam presos. Na segunda-feira, a ministra tomará depoimento do filho de Zuleido, Rodolpho de Albuquerque Soares de Veras, da funcionária Tereza Freire Lima e do administrador Henrique Garcia e dos diretores da Gautama Abelardo Sampaio Lopes Filho e Gil Jacó Carvalho Santos.

Outro lado

A advogada da Gautama, Sônia Rao, disso ontem que a manutenção da prisão de Fátima “é uma injustiça”. “Não há nenhum motivo e nenhum pressuposto para a prisão preventiva”, disse a advogada. Ela não quis comentar o depoimento porque o inquérito corre em segredo de Justiça.

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