A Polícia Federal e o Ministério Público Federal afirmam que as investigações dos desdobramentos da Operação Pasárgada estão travadas desde que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) assumiu o comando do inquérito -que envolve pelo menos um desembargador federal suspeito de negociar sentença.
O STJ, na chefia do caso desde agosto, diz que o inquérito não está travado e que os despachos saem nos prazos legais.
A PF investigou inicialmente prefeitos e empresários suspeitos de desviar recursos do FPM (Fundo de Participação de Municípios), alvos das duas primeiras fases da operação (abril e julho).
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