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Suzane deixa presídio do interior de SP para ficar em prisão domiciliar

Suzane deixa presídio do interior de SP para ficar em prisão domiciliar

Beneficiada na sexta-feira (26) por decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Suzane von Richthofen, 22, deixou às 17h45 desta segunda-feira o Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro (175 km a noroeste de São Paulo) para cumprir prisão domiciliar. Ela é ré confessa no processo que a acusa da morte dos pais --Manfred e Marísia--, em 2002.

Beneficiada na sexta-feira (26) por decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Suzane von Richthofen, 22, deixou às 17h45 desta segunda-feira o Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro (175 km a noroeste de São Paulo) para cumprir prisão domiciliar. Ela é ré confessa no processo que a acusa da morte dos pais –Manfred e Marísia–, em 2002.

Ela saiu da unidade prisional em um carro do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). Pelo menos outros três carros da PM (Polícia Militar) ajudaram na escolta da ex-estudante.

Suzane ficará sob os cuidados do advogado Denivaldo Barni –que foi seu tutor legal até completar 21 anos. O endereço exato para onde a ex-estudante será levada foi informado com antecedência à Justiça, mas não foi divulgado para a imprensa.

Normalmente, depois de deixar a unidade prisional, o réu passa por uma audiência com o juiz do caso para definir regras da prisão domiciliar como eventuais horários em que poderá deixar o imóvel. Não há, porém, nenhuma audiência marcada com Suzane no 1º Tribunal do Júri, segundo o TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo.

Outro ponto que deveria ser definido pelo juiz na audiência é se Suzane permanecerá sob escolta policial.

“Má vontade”

No domingo (28), o advogado Mário Oliveira Filho disse que Suzane não foi libertada no fim de semana porque houve “má vontade” do juiz do 1º Tribunal do Júri em assinar o despacho que autorizava a transferência de Suzane.

“O juiz teve a decisão do STJ na mão na sexta-feira e não assinou. Houve má vontade. Disseram que não havia o endereço da prisão domiciliar no ofício, mas o endereço do domicílio sempre foi a casa do Barni e isto sempre esteve nos autos”, disse. O juiz não foi localizado pela reportagem.

Liberdade

Não é a primeira vez que Suzane deixa o sistema penitenciário. Em junho de 2005, o mesmo STJ concedeu a ela o benefício da liberdade provisória que, posteriormente, foi estendido aos supostos cúmplices dela no crime, os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos.

Em abril deste ano, Suzane voltou a ser presa por decisão do juiz Richard Francisco Chequini, do 1º Tribunal do Júri de São Paulo. O magistrado entendeu que a liberdade dela representava um risco para o irmão, Andreas, com quem Suzane disputa a administração dos bens da família.

O novo mandado de prisão foi expedido em meio à polêmica provocada por uma entrevista concedida por Suzane ao “Fantástico”, da Rede Globo. Nela, segundo o próprio programa, Suzane aparece sendo orientada por seus advogados a chorar e demonstrar fragilidade diante das câmeras.

Para o ministro do STJ, entretanto, a segunda prisão foi idêntica à primeira e não poderia ter sido decretada já que uma instância superior havia decidido por conceder liberdade provisória à ré. Para Naves, a nova prisão “agravou ainda mais o excesso de tempo da prisão provisória”, argumento que havia sustentado a soltura de Suzane.

No pedido que culminou na concessão da prisão domiciliar –concedido em decisão liminar pelo ministro Nilson Naves–, a defesa de Suzane alegava que, enquanto ela esteve livre, “respondeu a todas as expectativas sociais de um comportamento ajustado” e negavam que ela tivesse representado uma ameaça “a qualquer um”.

Crime

Os pais de Suzane –Manfred e Marísia– foram surpreendidos enquanto dormiam em casa, no Brooklin (zona sul de São Paulo) e golpeados com bastões, ainda na cama, em outubro de 2002.

O julgamento de Suzane e dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos –seus supostos comparsas– está marcado para o próximo dia 5 de junho. Os advogados de Suzane, porém, devem reunir-se ainda nesta semana com o juiz do caso para pedir que ela seja julgada em outra data.

Beneficiada na sexta-feira (26) por decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Suzane von Richthofen, 22, deixou às 17h45 desta segunda-feira o Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro (175 km a noroeste de São Paulo) para cumprir prisão domiciliar. Ela é ré confessa no processo que a acusa da morte dos pais –Manfred e Marísia–, em 2002.

Ela saiu da unidade prisional em um carro do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). Pelo menos outros três carros da PM (Polícia Militar) ajudaram na escolta da ex-estudante.

Suzane ficará sob os cuidados do advogado Denivaldo Barni –que foi seu tutor legal até completar 21 anos. O endereço exato para onde a ex-estudante será levada foi informado com antecedência à Justiça, mas não foi divulgado para a imprensa.

Normalmente, depois de deixar a unidade prisional, o réu passa por uma audiência com o juiz do caso para definir regras da prisão domiciliar como eventuais horários em que poderá deixar o imóvel. Não há, porém, nenhuma audiência marcada com Suzane no 1º Tribunal do Júri, segundo o TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo.

Outro ponto que deveria ser definido pelo juiz na audiência é se Suzane permanecerá sob escolta policial.

“Má vontade”

No domingo (28), o advogado Mário Oliveira Filho disse que Suzane não foi libertada no fim de semana porque houve “má vontade” do juiz do 1º Tribunal do Júri em assinar o despacho que autorizava a transferência de Suzane.

“O juiz teve a decisão do STJ na mão na sexta-feira e não assinou. Houve má vontade. Disseram que não havia o endereço da prisão domiciliar no ofício, mas o endereço do domicílio sempre foi a casa do Barni e isto sempre esteve nos autos”, disse. O juiz não foi localizado pela reportagem.

Liberdade

Não é a primeira vez que Suzane deixa o sistema penitenciário. Em junho de 2005, o mesmo STJ concedeu a ela o benefício da liberdade provisória que, posteriormente, foi estendido aos supostos cúmplices dela no crime, os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos.

Em abril deste ano, Suzane voltou a ser presa por decisão do juiz Richard Francisco Chequini, do 1º Tribunal do Júri de São Paulo. O magistrado entendeu que a liberdade dela representava um risco para o irmão, Andreas, com quem Suzane disputa a administração dos bens da família.

O novo mandado de prisão foi expedido em meio à polêmica provocada por uma entrevista concedida por Suzane ao “Fantástico”, da Rede Globo. Nela, segundo o próprio programa, Suzane aparece sendo orientada por seus advogados a chorar e demonstrar fragilidade diante das câmeras.

Para o ministro do STJ, entretanto, a segunda prisão foi idêntica à primeira e não poderia ter sido decretada já que uma instância superior havia decidido por conceder liberdade provisória à ré. Para Naves, a nova prisão “agravou ainda mais o excesso de tempo da prisão provisória”, argumento que havia sustentado a soltura de Suzane.

No pedido que culminou na concessão da prisão domiciliar –concedido em decisão liminar pelo ministro Nilson Naves–, a defesa de Suzane alegava que, enquanto ela esteve livre, “respondeu a todas as expectativas sociais de um comportamento ajustado” e negavam que ela tivesse representado uma ameaça “a qualquer um”.

Crime

Os pais de Suzane –Manfred e Marísia– foram surpreendidos enquanto dormiam em casa, no Brooklin (zona sul de São Paulo) e golpeados com bastões, ainda na cama, em outubro de 2002.

O julgamento de Suzane e dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos –seus supostos comparsas– está marcado para o próximo dia 5 de junho. Os advogados de Suzane, porém, devem reunir-se ainda nesta semana com o juiz do caso para pedir que ela seja julgada em outra data.

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