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17/03/2005

STJ: Ação de revisão de contrato vinculado ao SFH pode ser ajuizada no domicílio do mutuário

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) proveu recurso do casal Emir e Ana Maria Guimarães, garantindo-lhes o direito de discutir a revisão do contrato de financiamento de imóvel na Seção Judiciária de Aracaju (SE), cidade onde moram. Por força de decisões da primeira e segunda instâncias da Justiça Federal, a revisão vinha sendo discutida na Seção Judiciária de Fortaleza (CE).

Mantida condenação do Banerj a indenizar funcionário assaltado por colega em agência

Está mantida a decisão que condenou o Banco do Estado do Rio de Janeiro (Banerj) a indenizar, por danos morais, com a quantia de 2.000 salários mínimos, um funcionário que foi assaltado por colega no interior de uma de suas agências, no horário do expediente. A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça negou pedido do banco, que pretendia modificar a decisão.

Juiz que matou vigia no Ceará deve ser julgado em três meses

FORTALEZA – O juiz Pecy Barbosa deve ser julgado em três meses pelo Tribunal de Justiça, pelo assassinato de um vigia dentro de um supermercado, em Sobral. Depois da denúncia do Ministério Público, o próximo passo é o início do processo contra o juiz. Pecy Barbosa tem 15 dias para responder à notificação enviada pelo Tribunal de Justiça.

Estado pode anular sem processo administrativo doação irregular a amigo de ex-governador

A Administração pode anular doação irregular mesmo sem observância do direito de defesa do donatário e processo administrativo. A decisão é da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em recurso apresentado pelo Estado do Amapá contra decisão do Tribunal de Justiça local que considerou impossível a anulação da transferência de veículo pleiteada pelo Estado. O veículo teria sido doado, como sucata, ao motorista do então governador Anníbal Barcellos, servidor público Félix Henrique Pereira.

Promotores de Justiça querem que ex-vereadores devolvam verba

O Ministério Público de Mogi Guaçu, no interior do Estado de São Paulo, move uma ação civil pública contra ex-vereadores e suplentes pedindo a devolução aos cofres públicos de cerca de R$ 2 milhões referentes a pagamentos que, para a Promotoria, foram irregulares. Dezenove ex-vereadores e suplentes são citados na ação como beneficiários de reajustes de subsídios indevidos e de pagamento de verba indenizatória e representativa para o presidente da Câmara, o chamado “auxílio paletó”.

Ações contra assinatura básica da Telefônica e da Telemar vão para 2ª Vara de Brasília

O ministro Francisco Falcão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou que o juiz da 2ª Vara Federal de Brasília ficará com a incumbência de decidir, em caráter provisório, as medidas urgentes referentes às ações individuais propostas pelos clientes da Telefônica e da Telemar. Com essa decisão, todos os processos referentes à queda-de-braço em torno da cobrança da assinatura básica passarão a ser resolvidas pelo juízo federal de Brasília.

Avó deve pensão alimentícia a netos

Para o Tribunal de Justiça de Goiás, o dever de alimentar é recíproco entre pais e filhos, podendo estender-se aos ascendentes, descendentes ou colaterais, uns na falta dos outros”. Com este entendimento, sustentado pelo desembargador Walter Carlos Lemes, a 3ª Câmara Cível, por unanimidade, negou provimento a agravo de instrumento interposto por uma progenitora, contra sentença da juíza substituta da comarca de Formosa, Grace Corrêa Pereira, que fixara alimentos provisórios no percentual de 20% da renda bruta do que ela recebe em favor de dois netos menores.

STJ: Locação de máquina xerox não pode ser considerada contrato de compra e venda à prestação

O contrato de locação de equipamentos para cópias Xerox com opção de compra no final não pode ser desqualificado para que se entenda como contrato de compra e venda à prestação. Com esse entendimento, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) acolheu o recurso da Xerox Comércio e Indústria Ltda. contra o acórdão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, que deu ganho de causa à empresa Reprotec Comércio de Máquinas Reprográficas, de Caxias do Sul.

Em causa própria : Deputados aumentam verba de gabinete em 25%

Impedido pela pressão da opinião pública de elevar os subsídios dos deputados para R$ 21.500 sem votação em plenário, o presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE), recorreu ontem ao poder da Mesa Diretora para aumentar em 25% a verba de gabinete a que cada deputado tem direito para contratar de cinco a 20 funcionários em Brasília. Com isso, a verba passa de R$ 35.350 para R$ 44.187 hoje. Tão logo seja sancionado o reajuste de 15% aprovado para servidores de carreira, a verba subirá ainda mais, saltando para R$ 50.815. A decisão foi tomada por unanimidade pelos 11 integrantes da Mesa — sete titulares e quatro suplentes — sem votação em plenário.

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