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25/07/2007

De vítima a réu: homem é preso 24 anos após cometer homicídio

Quando E.C.M. foi denunciar um furto que ocorreu em sua residência, acabou sendo preso. Havia contra ele um mandado de prisão devido a um homicídio ocorrido em maio de 1983, em Catalão (Goiás). O réu teria sido identificado por testemunhas, inclusive citando sue apelido “Federal”. A Presidência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou liminar em habeas-corpus a E.C.M.

Jogador de beisebol é processado por não dar autógrafos suficientes

Empresa quer receber R$ 1,8 milhão ‘por danos’ provocados por um atleta dominicano. Ele não estaria cumprindo a cota de autógrafos que havia sido combinada.

Uma empresa de objetos de coleção especializada em esportes está processando a estrela do time de beisebol americano Boston Red Sox, David Ortiz, sob a alegação de que o popular jogador não está dando autógrafos suficientes.

Seguradora deve restituir cliente acometido de doença mental

A Terceira Câmara de Direito Civil do TJ confirmou sentença da comarca da Capital que condenou a Caixa Seguradora S.A. ao pagamento de R$ 20 mil, referente à cobertura do seguro de vida contratado por G. P. Desde 2005, G. apresenta transtorno esquizoafetivo do tipo depressivo, com perturbação mental total e incurável, segundo sua médica psiquiátrica.

TRE-SP reforma decisão que cassou prefeito e vice de Juquitiba

O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo reformou nesta terça-feira decisão que cassou o prefeito de Juquitiba (78 km a sudoeste de São Paulo), Roberto Silval Rocha (PSDB), e seu vice, José Belarmino Nunes Bernardo (PMDB), por compra de votos e abuso de poder econômico.

MPF/DF questiona concessões de rádio e TV de parlamentares

Deputados participaram da votação que aprovou pedidos de renovação e/ou concessão das próprias empresas.

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) propôs na última segunda-feira, 23 de julho, várias ações civis públicas para anular a renovação e/ou concessão de outorga de seis empresas de rádio e TV de deputados e ex-deputados federais. Para o MPF, houve favorecimento pessoal nas concessões, uma vez que os parlamentares – sócios das empresas – participaram das votações em que foram analisados e deferidos os pedidos de concessão e renovação dessas outorgas.

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