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DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E RECURSOS HUMANOS.

Em uma primeira análise dentro do texto ofertado, denota-se a busca de uma interpretação lógica ao termo desenvolvimento, posto que, tem um caráter genérico, ou seja, impossível falar em desenvolvimento econômico, pois o termo desenvolvimento possui uma abrangência bem maior, impossibilitando centrar o mesmo de maneira pontual. O desenvolvimento de um povo, região, estado e outros deve estar envolvido em todos os seus critérios, para que se tenha esta ou aquela geração de uma nação desenvolvida, não bastando portanto, concentrar este termo em econômico ou outro qualquer ramo do direito.
Dentro deste contexto, temos que a partir do término do século preterido, um desenvolvimento humano sustentável, se tornou fator preponderante com relação ao IDH de cada país, apurando o grau de desenvolvimento do seu povo, através do caráter socioeconômico como requisito para a classificação da condição humana daquele Estado. O referido estudo, parte se tomando como base a longevidade da população, educação do seu povo, renda per capta (PIB), e mais recentemente, a política de sustentabilidade aplicada pela Nação.
Historicamente, o desenvolvimento sempre esteve ligado aos poderes políticos e econômicos, quando nos tempos primórdios o Estado detinha concentrado em si o maior poder, enfraquecendo aqueles que se opusessem aos seus ideais. O poder do Rei era tido como absoluto, sua vontade era imposta acima de qualquer outra, principalmente a partir do poder militar, domínio das colônias e a acumulação de metais preciosos.
Figura neste norte a marinha mercante inglesa, que ante o seu poderio passou a ser respeitada em todo o mundo antigo, servindo de grande fundamento ao império Britânico, tanto no aspecto conquistador como protecionista de outros estados que dele necessitasse mediante as respectivas recompensas.
Na sequência do desenvolvimento, chega-se ao período marxista, onde se admitiu a classe operária participar da estrutura socioeconômica em razão da crise capitalista, aliando os mesmos ao sistema produtivo das relações sociais.
O Estado Social, tomando como base a teoria keynesiana, ligando diretamente o PIB a distribuição de renda, tendo naquele período, ocorrido a partir dos desdobramentos sociais, políticos e econômicos, eventos que fizeram nascer a primeira grande guerra, bem como, a quebra da bolsa de Nova York, tendo esta última buscado recuperação a partir do new deal do Presidente Roosevelt.
Nesta época, Keynes apresenta sua teoria de que não basta uma análise do comportamento racional de uma abstração do homem, o Estado para ter seu índice de desenvolvimento deverá possuir um fluxo de investimento, desemprego involuntário, recuperações das instituições econômicas e melhor utilização da renda nacional. Verifica-se a mudança de comportamento do Estado a partir de que sua riqueza será medida de acordo com suas reservas de capital, veja-se que a teoria keynesiana preocupa-se de forma substancial com o desenvolvimento do Estado Social como um todo, posto que, além de suas reservas, seu povo tem que possuir uma vida condigna e com garantias mínimas de boa sobrevivência.
Observa-se que até então se tem concentrado o poder de comando, inicialmente ao Rei, soberano absoluto, posteriormente ao ditadores históricos, com ânsia de comando Universal, pondo seus desejos acima de tudo e de todos, motivo principalmente dos grandes conflitos mundiais, chegando a segunda guerra mundial com a devastação absurda no intuito de domínio que sempre acompanhou o Homem.
Com o fim da Segunda Guerra, tem-se início praticamente o Estado Social de forma Universal, onde as grandes potência mundiais, se dão conta da necessidade de eleger a pessoa humana como centro maior de desenvolvimento, fato este surgido inicialmente nas nações europeias desenvolvidas, chegando ao Estados Unidos, para, só recentemente dar-se início a tal tratamento nas Nações latino americanas, estas ainda em grande fase de aprendizagem e aceitação.
Neste parâmetro, adentrou os países emergentes, elegendo o mercado como fator preponderante de desenvolvimento, principalmente a partir da interação do mercado mundial.
A reflexão sobre a temática das relações internacionais está presente desde os pensadores da antigüidade grega, como é o caso de Tucídides. Igualmente, obras dos escritos por Maquiavel, Hohhes e Montesquieu requerem, para sua melhor compreensão, uma leitura sob a ótica mais ampla das relações entre estados e povos.
Nos dias atuais com o interesse do mundo moderno, esta situação passou a ser preocupação global, inclusive se criando uma disciplina denominada Relações Internacionais, visando adentrar de forma mais tenaz no tema.
Após a Primeira Guerra Mundial se experimentou notável desenvolvimento com o referido tema, dotando a matéria de forma indispensável para o pensamento do planeta, tornando-se portanto, uma área essencial do conhecimento universal desde os tempos idos, modernos e contemporâneos. Esta preocupação com o desenvolvimento sustentável interagindo com os Direitos Humanos, passou a ser uma situação universal de grande interesse de todas nações, posto que, o homem vem observando as mudanças do planeta, sendo obrigado a criar situações emergências para própria sobrevivência, vez que, as modificações da natureza, vem causando sérios prejuízos que podem se tornarem irrecuperáveis.
De uma forma direta e abrangente, referidos prejuìzos ao planeta, causa anomalias direta atingindo a sobrevivência humana e o cidadão diretamente, sem condições plenas de saúde, emprego e subsistências as mais diversas possíveis que são destruídas por culpa do próprio homem, visando lucros sem no entanto atentar para a sobrevivência digna dos povos.
No Brasil, apesar do crescente interesse nos meios acadêmico, político, empresarial, sindical e jornalístico pelos assuntos de relações exteriores e política internacional, constata-se enorme carência bibliográfica nessa matéria, embora de forma embrionária e pela própria necessidade do país, já se eclodem alguns pensadores que trazendo experiências vividas pelo mundo antigo, a medida do possível, vem se adequando e buscando certas melhoras, porém, denota-se ainda um grande desrespeito com a população como um todo que assiste a criação de normas, regulamentos e leis das mais diversas possíveis, porém sem uma afetividade adequada ou aplicação capenga e lenta, deixando para a grande população a falta de necessidades básicas para a sobrevivência.
Desenvolvimento sustentável é um conceito fundamental que visa equilibrar o crescimento econômico, a inclusão social e a proteção ambiental. Quando alcançado, todos têm acesso a trabalho decente, assistência médica e educação de qualidade. Esse modelo representa uma nova abordagem para o desenvolvimento econômico, levando em consideração tanto o meio ambiente quanto o capital humano.
A sustentabilidade econômica é um dos três pilares para atingir o desenvolvimento sustentável. Junto com os pilares social e ambiental, ela promove evoluções que respeitam e preservam os recursos naturais, garantindo que estejam disponíveis para as próximas gerações. Nos dias atuais, quando enfrentamos catástrofes, desastres e uma crise climática sem precedentes, adotar essa perspectiva é essencial. Sem ecossistemas saudáveis, todo o progresso da sociedade e da economia estará comprometido.
A sustentabilidade econômica se aplica tanto em governos quanto em empresas. No Brasil, reconhecemos sua importância e buscamos vantagens como a preservação dos recursos naturais, a promoção do bem-estar social e a criação de empregos sustentáveis. No entanto, também enfrentamos desafios, como a necessidade de equilibrar crescimento econômico com responsabilidade ambiental.
Em resumo, o desenvolvimento sustentável é uma jornada que visa harmonizar o progresso econômico com a preservação do nosso planeta e o bem-estar de todos. É uma responsabilidade compartilhada por todos nós.

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