Aferição de bombas de combustível pelo Inmetro é paga como preço público
A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, que o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) pode continuar cobrando a aferição de bombas de combustível como preço público no Espírito Santo. A Turma seguiu o voto do relator da matéria, ministro João Otávio de Noronha, que indeferiu o pedido para que essa cobrança fosse considerada uma taxa.