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3/12/2006

Direitos de empregados domésticos sujeitam-se à prescrição qüinqüenal

Os empregados domésticos também se sujeitam à prescrição qüinqüenal prevista no inciso XXIX, do artigo 7º, da Constituição de 1988, assim como os trabalhadores urbanos e rurais. Com este fundamento, a 6ª Turma do TRT/MG, acompanhando voto do juiz redator, Hegel de Brito Boson, negou provimento parcial a recurso ordinário de uma empregada doméstica que pretendia afastar a prescrição constitucional de 05 anos e ver aplicada à sua relação de trabalho a prescrição de 10 anos prevista no artigo 205 do Código Civil.

Justiça do Trabalho obriga Governo de Tocantins a demitir 10 mil comissionados

O governador reeleito do Estado de Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), terá a importante missão de demitir 10 mil funcionários comissionados da máquina administrativa, no começo do ano que vem. A determinação é do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT/10), que determinou a substituição dos não concursados por candidatos aprovados em concursos públicos. Na decisão, o TRT também proíbe o governo de contratar servidores sem a realização de concurso.

Morosidade da Justiça está com os dias contados

Ao aprovar na noite de quinta-feira um mecanismo jurídico de nome indigesto – a súmula vinculante – o Congresso tomou uma iniciativa importante para combater um flagelo na vida de inúmeros brasileiros: a lentidão da Justiça. As estatísticas mais atualizadas indicam que cerca de 35 milhões de processos congestionam os tribunais, fazendo com que as ações levem em média oito anos para receber a sentença final.

Justiça manda mudar cédulas de dólar para beneficiar cegos

A Justiça Federal americana determinou prazo de 30 dias para que o Departamento do Tesouro e a Casa da Moeda dos EUA produzam novos modelos para cédulas de dólar. As atuais notas foram consideradas ilegais por discriminarem cegos, que não as conseguem distinguir pelo tato, e por não darem acesso ao dinheiro a deficientes visuais. Hoje, todas as cédulas têm a mesma dimensão, cor e textura. A decisão prevê tamanhos diferenciados para valores, impressão em alto-relevo e sinais em braille.

Fla libera recursos da Petrobras na Justiça

O Flamengo conseguiu uma vitória importante na Justiça. Por meio de liminar, a 12a. Vara Trabalhista do Rio liberou R$ 5,7 milhões dos R$ 12 milhões retidos da Petrobras para pagar os dois meses de salários atrasados de jogadores e funcionários. O dinheiro deve ser liberado em até 72h, quitando os débitos na próxima semana.

Licenças custam R$ 10 mi ao Ministério Público-DF

Nos últimos cinco anos, o Ministério Público do Distrito Federal gastou aproximadamente R$ 10 milhões com salários de promotores e procuradores que não trabalharam. Integrantes da carreira têm a permissão para ficar até quatro anos longe do batente em cursos de pós-graduação, sem prejuízo dos vencimentos mensais de até R$ 22,1 mil. Nessa temporada, até mesmo os adicionais de férias, correspondentes a um terço do salário pago a mais, a cada ano, são mantidos.

Incra cede e vai à Justiça para assentar famílias

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) anunciou ontem que ajuizará na Justiça Federal de Alagoas, neste mês, a ação para a imissão na posse de cerca de 3 mil famílias que ocupam área de 22 mil hectares no Complexo Agrisa 3, no município de Joaquim Gomes, a 70 quilômetros de Maceió.

Juiz é investigado por atrasar ações

Uma fiscalização da Corregedoria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) apontou graves irregularidades na 1ª Vara de Entorpecentes e Contravenções Penais (VECP) de Brasília. Processos aguardam até oito anos por uma sentença, parados nas prateleiras, sem que os acusados de tráfico de drogas sejam punidos. O relatório, assinado pelo desembargador Eduardo Moraes Oliveira, de fevereiro deste ano, considerou a situação ‘impensável e insustentável num órgão do Poder Judiciário’. Com base nessa investigação, o Ministério Público pede o afastamento do titular do cargo, o juiz Vilmar José Barreto Pinheiro, e a abertura de processo administrativo disciplinar para avaliar a conduta do magistrado.

Bens indispensáveis à atividade de microempresa podem ser penhorados

Sendo pessoa jurídica de direito privado, a microempresa não se beneficia da previsão contida no inciso VI do Código de Processo Civil, que põe a salvo de penhoras judiciais os instrumentos necessários ao exercício de qualquer profissão. Isto porque, segundo explica a juíza Wilméia da Costa Benevides, convocada para compor a 7ª Turma do TRT/MG, a previsão legal é direcionada, unicamente, aos profissionais (pessoas físicas), não alcançando as pessoas jurídicas, ainda que na forma de microempresas, já que estas também exploram atividade econômica.

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