Agricultor contesta condenação por porte ilegal de arma
Um agricultor gaúcho, residente no município de Humaitá, quer suspender uma decisão do Superior Tribunal de Justiça, que restabeleceu sua condenação à pena de dois anos de reclusão por porte ilegal de arma de fogo. A pena foi substituída por pena restritiva de direitos, em regime inicialmente aberto. Ele entrou com pedido de Habeas Corpus no Supremo Tribunal Federal.