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12/12/2004

Justiça condena agressor de ex-namorada a indenizá-la

A 7ª Câmara Cível do Tribunal de Alçada de Minas Gerais condenou Nízio Leite Soares a indenizar a ex-namorada B.Q.B., por danos morais, no valor de R$13.000,00, além de danos materiais, danos emergentes e lucros cessantes, no valor de R$6.051,01. Ela foi agredida com tapas, murros (inclusive na cabeça) e um copo de vidro lançado em seu rosto, quando estava no bar Belvedere, em Uberlândia. Em seguida, ele saiu do local, deixando-a sangrando.
Diante do fato, B.Q.B. ajuizou ação de indenização por danos morais e materiais contra o ex-namorado, alegando gastos com tratamento odontológico e lucros cessantes, por ter ficado afastada de suas atividades profissionais por mais de 30 dias.

Tribunal de Justiça de Goiás reduz taxa de administração de consórcio

Sempre que a taxa de administração for pactuada de forma ofensiva à ordem pública, com excesso e ilegalidade, deve ser alterada e corrigida para patamares aceitáveis. Assim, a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás deu provimento à apelação cível interposta por Joacir Adão Alves contra decisão da Justiça de Goiânia em favor da Govesa Administradora de Consórcios S.C. Ltda.

TST confirma transferência de depósitos judiciais do BB para CEF

A decisão que determina a unificação dos depósitos judiciais da Vara do Trabalho em um mesmo banco oficial corresponde a uma prerrogativa do juiz com respaldo na lei e não representa abuso de poder. Sob essa tese, desenvolvida pelo ministro Emmanoel Pereira (relator), a Subseção de Dissídios Individuais – 2 (SDI-2) do Tribunal Superior do Trabalho negou recurso ordinário em mandado de segurança interposto pelo Banco do Brasil. A decisão confirmou a validade de ato do titular da 2ª Vara do Trabalho de Catanduva (SP), que determinou a reunião dos depósitos na Caixa Econômica Federal.

Cemig é condenada a reparar consumidora em quase R$ 5 mil

A Companhia Energética de Minas Gerais S/A (Cemig) foi condenada a pagar quase R$ 5 mil por emitir fatura do mesmo valor, superior ao consumo de uma de suas assinantes. A decisão é do juiz substituto da 49ª Vara do Juizado Especial das Relações de Consumo, Carlos Roberto Loiola.

Construtora é condenada a reparar morador de condomínio

A Gabarito Engenharia e Construções está obrigada a indenizar Orlando Curvellano em R$ 20 mil por não ter cumprido uma cláusula contratual que obrigava a entrega de um apartamento com duas vagas de garagem. A decisão é da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Alçada de Minas Gerais. Cabe recurso.

Tribunal de Justiça goiano suspende resolução do TCE

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Goiás suspendeu os efeitos da Resolução Normativa nº 009/2001, do Tribunal de Contas do Estado. A resolução determinava que os editais de licitação antes de sua publicação fossem submetidos ao controle prévio do TCE, assim como todo ato em que a autoridade administrativa entendesse ser dispensável a licitação. A decisão foi tomada durante o julgamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade. Cabe recurso.

STJ mantém decisão que acaba com prazo de pré-pago TN

Brasília – A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tenta reverter na Justiça decisão que acaba com o prazo de validade para a utilização dos créditos adquiridos no Plano de Serviço Pré-Pago de Telefonia Celular Móvel. O presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Edson Vidigal, indeferiu pedido para suspender determinação do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF 5ª Região) que, ao julgar recurso do Ministério Público Federal (MP), concedeu a antecipação de tutela pedida na ação civil pública do MP que havia sido indeferida pelo juízo de primeiro grau.

Ministério Público denuncia 17 por lavagem de dinheiro em Pernambuco

Acusadas de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e formação quadrilha, 17 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal (MPF-PE) à Justiça federal de Pernambuco. A denúncia é conseqüência das operações Câmbio e Farol da Colina, da Polícia Federal.

Reforma do Judiciário amplia competência da Justiça do Trabalho

A reforma do Judiciário, promulgada dia 8 no Congresso, vai mudar toda a rotina da Justiça brasileira. A Justiça do Trabalho, por exemplo, vai passar a julgar uma série de processos anteriormente sob a responsabilidade da Justiça Comum. O presidente da Associação dos Magistrados do Trabalho (Amatra) da 4ª Região, Paulo Schmidt, afirma que, com a mudança, a Justiça Trabalhista deixa de atender unicamente aos conflitos das relações de emprego, mas cuidará de todas as questões referentes ao trabalho, inclusive dissídios entre sindicatos, problemas de profissionais autônomos, entre outras questões.

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